Já repararam como as tatuagens tornam atraentes muitos dos que as usam? (claro que já!).
As tatuagens captam o olhar e a atenção para quem as usam, e dependendo do sítio, faz salivar quem observa. Quantos já não deram por si a "olhar" para a zona lombar das meninas quando estas passam? Ou então os tornozelos? Ou então?... Bem, é em todo o lado. Uma tatuagem bem escolhida fica bem em todo o lado!
P.S. Há muito que o desejo também, mas ainda não encontrei aquele desenho que me fez faísca, que realmente se identifique comigo. Se alguém me quiser ajudar...
29.4.07
21.4.07
A calcinha fio dental
O fio dental ou asa delta...
Adoro sentir as partes íntimas da mulher quando está de fio dental ou asa delta. Acho que lhe dá outro "sabor".
Abraçá-la e, sem ver, tocar aquelas nádegas torneadas e tocar no fio dá-me logo "ganas" extra.
E ver a mulher chegar com elas bem apertadinhas a vislumbrar-se o monte de vénus no entre pernas, e com um olhar lânguido, rodar o corpo enquanto mantém o olhar fixo no nosso, mostrando-nos o que aí vem? Outstanding!
E então quando se está por trás, e se afasta o fiozinho e se penetra com elas vestidas? É a loucura!
Essa peça de roupa é a mais erótica, para mim, e elas sabem disso. Por isso passeiam-se de calças de cintura descida deixando de fora essa indumentária, enchendo-me de tesão vezes e vezes sem conta diariamente.
E no café, quando se sentam mostrando tudo o que têm, só dá vontade de gritar bem alto "queres vir comigo?".
Este mundo anda louco, e eu estou a gostar de enlouquecer com ele!...
(quem quiser ajudar-me a enlouquecer mais um bocado, é só mandar para o mail. HeHeHe).
Adoro sentir as partes íntimas da mulher quando está de fio dental ou asa delta. Acho que lhe dá outro "sabor".
Abraçá-la e, sem ver, tocar aquelas nádegas torneadas e tocar no fio dá-me logo "ganas" extra.
E ver a mulher chegar com elas bem apertadinhas a vislumbrar-se o monte de vénus no entre pernas, e com um olhar lânguido, rodar o corpo enquanto mantém o olhar fixo no nosso, mostrando-nos o que aí vem? Outstanding!
E então quando se está por trás, e se afasta o fiozinho e se penetra com elas vestidas? É a loucura!
Essa peça de roupa é a mais erótica, para mim, e elas sabem disso. Por isso passeiam-se de calças de cintura descida deixando de fora essa indumentária, enchendo-me de tesão vezes e vezes sem conta diariamente.
E no café, quando se sentam mostrando tudo o que têm, só dá vontade de gritar bem alto "queres vir comigo?".
Este mundo anda louco, e eu estou a gostar de enlouquecer com ele!...
(quem quiser ajudar-me a enlouquecer mais um bocado, é só mandar para o mail. HeHeHe).
18.4.07
O Carneiro e o Lobo
Quando somos muito solicitados, perdemos a noção de quem é realmente importante para nós. Gostamos de atenção e de mimos, e quando eles não aparecem é uma boa "soda", não é? "Soda-se".
Quando é realmente preciso, aqueles que se afiguram como os que nos podem pôr em cima, falham, mesmo quando lhes pedimos directamente... mas as solicitações são muitas... muitas janelas.
Enfim, seguir em frente e procurar algo noutros e noutro lado, quebrando ligações momentâneas.
As lições são páginas da vida
A vida é uma ilusão
Olhar para ti é/foi bom
Sentir deveras aquela fusão.
Hoje sinto o ontem
Na tristeza do amanhã
Em algo que já não volta
Na fogosidade do efémero
No diabo que julguei à solta.
Mas o diabo não era eu
No carneirinho se mascarou
quando gritei lobo
foi a mim que me matou.
Porque fará isto a ilusão?
Quando é realmente preciso, aqueles que se afiguram como os que nos podem pôr em cima, falham, mesmo quando lhes pedimos directamente... mas as solicitações são muitas... muitas janelas.
Enfim, seguir em frente e procurar algo noutros e noutro lado, quebrando ligações momentâneas.
As lições são páginas da vida
A vida é uma ilusão
Olhar para ti é/foi bom
Sentir deveras aquela fusão.
Hoje sinto o ontem
Na tristeza do amanhã
Em algo que já não volta
Na fogosidade do efémero
No diabo que julguei à solta.
Mas o diabo não era eu
No carneirinho se mascarou
quando gritei lobo
foi a mim que me matou.
Porque fará isto a ilusão?
14.4.07
A perda da virgindade II
Conhecem o que acontece ao corpo quando se começa a treinar e se faz um primeiro treino muito duro, e o corpo dói-nos até a pensar? Pois era assim que me sentia após aquela noite, bem dorido.
Após reflectir (vejam lá bem, reflectir, o rapaz devia ser doido!) fui-me encontrar com ela outra vez. Tomámos um copo e, depois de conversarmos um bocado, fomos até à praia. O sitio era perfeito pois umas dunas altas faziam uns buracos fundos onde nos aninhámos.
Acariciámo-nos e ela abriu-me as calças tirado-o para fora. Quando lhe estava a mexer perguntou-me: "Posso lambe-lo?".
Eu, que não sabia o que isso era por experiência, disse : "Podes."
Todo eu respirava confiança que não tinha. Lambeu-me e acredito que tenha sido bom, mas eu não senti nada. Estranho, não é, mas a minha inexperiência anulou qualquer prazer que pudesse retirar daquele momento. Vejam bem que eu poderia ter efectuado também ali a minha primeira experiência oral, e nem nisso pensei. Era novo! Só imaginava ter relações através da penetração fálica....
Depois de mais uma noite memorável, ficámos a conversar.
A certa altura fez-me uma pergunta que até hoje me arrependo da resposta, por aquilo que impediu e por aquilo que destruiu.
Naquela altura, e se calhar ainda hoje, muitos jovens não consideram o ser virgem como um ponto alto, antes podem achar que é algo que já não deveria acontecer. Eu pensava assim (estúpido, Ahn!).
Bem, a pergunta foi: "Porque é que fizeste amor comigo?"
Iamginem a pior resposta possível, e não chegará nem perto do que eu fiz. Em vez de dizer que era virgem, que ela tinha sido especial, que para sempre a recordaria por esse momento (e que na realidade era o que sentia), refugiei-me naquela aura de macho que nunca pode demonstrar fraqueza e disse: "Por necessidade."
Não me recordo bem do que aconteceu a seguir, ela não fez nenhuma cena nem se foi embora de repente, mas até hoje nunca mais a vi.
Até hoje acredito que sou o que sou por causa do que fiz, e do que não fiz e deveria ter feito, com esta Senhora (com letra grande): o meu respeito com quem estou, a necessidade de proporcionar os melhores momentos possíveis sem ser egoísta, e sentir que há que procurar respeitar os ritmos da mulher e adaptarmo-nos a eles.
Por isso, no outro post e neste, faço a minha sincera homenagem a esta mulher, que como já referi, gostaria muito de voltar a ver e de lhe demonstrar o que realmente senti e sinto por ela. Já se passaram muitos anos, muitos mesmo, mas a ligação que me une é hoje ainda mais forte, de admiração e de respeito, ao contrário do desrespeito que lhe demonstrei então. Até breve!...
Após reflectir (vejam lá bem, reflectir, o rapaz devia ser doido!) fui-me encontrar com ela outra vez. Tomámos um copo e, depois de conversarmos um bocado, fomos até à praia. O sitio era perfeito pois umas dunas altas faziam uns buracos fundos onde nos aninhámos.
Acariciámo-nos e ela abriu-me as calças tirado-o para fora. Quando lhe estava a mexer perguntou-me: "Posso lambe-lo?".
Eu, que não sabia o que isso era por experiência, disse : "Podes."
Todo eu respirava confiança que não tinha. Lambeu-me e acredito que tenha sido bom, mas eu não senti nada. Estranho, não é, mas a minha inexperiência anulou qualquer prazer que pudesse retirar daquele momento. Vejam bem que eu poderia ter efectuado também ali a minha primeira experiência oral, e nem nisso pensei. Era novo! Só imaginava ter relações através da penetração fálica....
Depois de mais uma noite memorável, ficámos a conversar.
A certa altura fez-me uma pergunta que até hoje me arrependo da resposta, por aquilo que impediu e por aquilo que destruiu.
Naquela altura, e se calhar ainda hoje, muitos jovens não consideram o ser virgem como um ponto alto, antes podem achar que é algo que já não deveria acontecer. Eu pensava assim (estúpido, Ahn!).
Bem, a pergunta foi: "Porque é que fizeste amor comigo?"
Iamginem a pior resposta possível, e não chegará nem perto do que eu fiz. Em vez de dizer que era virgem, que ela tinha sido especial, que para sempre a recordaria por esse momento (e que na realidade era o que sentia), refugiei-me naquela aura de macho que nunca pode demonstrar fraqueza e disse: "Por necessidade."
Não me recordo bem do que aconteceu a seguir, ela não fez nenhuma cena nem se foi embora de repente, mas até hoje nunca mais a vi.
Até hoje acredito que sou o que sou por causa do que fiz, e do que não fiz e deveria ter feito, com esta Senhora (com letra grande): o meu respeito com quem estou, a necessidade de proporcionar os melhores momentos possíveis sem ser egoísta, e sentir que há que procurar respeitar os ritmos da mulher e adaptarmo-nos a eles.
Por isso, no outro post e neste, faço a minha sincera homenagem a esta mulher, que como já referi, gostaria muito de voltar a ver e de lhe demonstrar o que realmente senti e sinto por ela. Já se passaram muitos anos, muitos mesmo, mas a ligação que me une é hoje ainda mais forte, de admiração e de respeito, ao contrário do desrespeito que lhe demonstrei então. Até breve!...
5.4.07
A perda da virgindade
Este post vai para todos quantos se lembram da 1ª vez, e em especial para a minha companheira da 1ª vez. Se leres isto e te lembrares destes acontecimentos e te lembrares de mim, fala comigo. Nunca te esqueci.
Era novo. Trabalhava no verão. Passava as tardes junto à piscina. Um dia estavas lá. Reparei em ti e em como tu tinhas reparado em mim. Não sei como, mas arranjei coragem para arranjar uma desculpa para me chegar a ti. Percebi que era isso que querias. Quase sem pensar afastei-me, para de novo me abeirar de ti e convidar-te para sair à noite. Disseste sim. Delirei. Mas mantive a calma, tipo macho latino para quem aquilo era natural.
Fui ter ao sítio combinado e lá estavas. Fiz que não te vi para saber se estava tudo controlado, e sentei-me no outro lado. Levantaste-te e foste ter comigo. Estava tudo bem.
Conversámos um bocado e depois fomos passear a pé. Acabámos numa discoteca. Chegou a altura de dançarmos bem agarradinhos. A meio procurei dar-te um beijo. Hesitaste.
Coloquei novamente a pose de macho e disse-te: "Não me trates como se fosse teu filho" (ela era mais velha que eu).
Sorriu e beijou-me. Foi como se fosse o meu primeiro beijo.
Fomos para um canto que parecia ter sido feito de propósito: só um banco corrido almofadado junto à parede, sem luz em toda a sua extensão. Lado a lado começámos a "curtir" os dois. Abri-lhe as calças e toquei-lhe o sexo. Estava em brasa... e eu nem sei, era a primeira vez, por isso, era alguma coisa transcendente. Não podíamos ficar ali. Tínhamos de ir para algum lado. Saímos com a intenção de encontrar um sítio calmo, mas era verão, e ao passar pela praia, decidimos que era ali mesmo.
Descemos e atrás de um edifício, parámos.
Estivemos deitados na areia a beijarmo-nos até que, sem me dizer nada, levantou-se, e com a lua cheia por trás, despiu-se, ficando só com uma casaco comprido. Vi perfeitamente as marcas do seu bikini que luziam ao luar. Que visão bonita.
Sentou-se em cima de mim. Com calma introduziu-me na sua vagina. Que coisa louca. Nunca tinha sentido nada assim.
ERA A MINHA PRIMEIRA VEZ.
Procurei aguentar o mais que pude e tive sucesso. Veio-se antes de mim. Ela percebeu que eu não tinha estado completamente "livre".
Disse-me: "Não te retraias".
Já não me consegui aguentar. Não sei se se veio ou não, mas eu ainda hoje me lembro que eu me vim... SIIIIIIMMMM! VIIIIIMMMM-ME!
Conversámos um bocado e depois cada um teve de ir embora. Era tarde.
Combinámos encontrar-mo-nos no dia seguinte. Fui para casa e só conseguia pensar nisso, o dia de amanhã... Dormi com um sorriso nos lábios.
Era novo. Trabalhava no verão. Passava as tardes junto à piscina. Um dia estavas lá. Reparei em ti e em como tu tinhas reparado em mim. Não sei como, mas arranjei coragem para arranjar uma desculpa para me chegar a ti. Percebi que era isso que querias. Quase sem pensar afastei-me, para de novo me abeirar de ti e convidar-te para sair à noite. Disseste sim. Delirei. Mas mantive a calma, tipo macho latino para quem aquilo era natural.
Fui ter ao sítio combinado e lá estavas. Fiz que não te vi para saber se estava tudo controlado, e sentei-me no outro lado. Levantaste-te e foste ter comigo. Estava tudo bem.
Conversámos um bocado e depois fomos passear a pé. Acabámos numa discoteca. Chegou a altura de dançarmos bem agarradinhos. A meio procurei dar-te um beijo. Hesitaste.
Coloquei novamente a pose de macho e disse-te: "Não me trates como se fosse teu filho" (ela era mais velha que eu).
Sorriu e beijou-me. Foi como se fosse o meu primeiro beijo.
Fomos para um canto que parecia ter sido feito de propósito: só um banco corrido almofadado junto à parede, sem luz em toda a sua extensão. Lado a lado começámos a "curtir" os dois. Abri-lhe as calças e toquei-lhe o sexo. Estava em brasa... e eu nem sei, era a primeira vez, por isso, era alguma coisa transcendente. Não podíamos ficar ali. Tínhamos de ir para algum lado. Saímos com a intenção de encontrar um sítio calmo, mas era verão, e ao passar pela praia, decidimos que era ali mesmo.

Descemos e atrás de um edifício, parámos.
Estivemos deitados na areia a beijarmo-nos até que, sem me dizer nada, levantou-se, e com a lua cheia por trás, despiu-se, ficando só com uma casaco comprido. Vi perfeitamente as marcas do seu bikini que luziam ao luar. Que visão bonita.
Sentou-se em cima de mim. Com calma introduziu-me na sua vagina. Que coisa louca. Nunca tinha sentido nada assim.
ERA A MINHA PRIMEIRA VEZ.
Procurei aguentar o mais que pude e tive sucesso. Veio-se antes de mim. Ela percebeu que eu não tinha estado completamente "livre".
Disse-me: "Não te retraias".
Já não me consegui aguentar. Não sei se se veio ou não, mas eu ainda hoje me lembro que eu me vim... SIIIIIIMMMM! VIIIIIMMMM-ME!
Conversámos um bocado e depois cada um teve de ir embora. Era tarde.
Combinámos encontrar-mo-nos no dia seguinte. Fui para casa e só conseguia pensar nisso, o dia de amanhã... Dormi com um sorriso nos lábios.
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